Quando falta caixa, o banco oferece cheque especial e cartão — os juros mais altos que existem. Antes disso, veja as linhas públicas de capital de giro: bem mais baratas, com prazos maiores.
É o dinheiro que mantém a empresa rodando no dia a dia: comprar estoque, pagar fornecedores, salários e contas antes de o dinheiro das vendas entrar. Quando esse descompasso aperta, você precisa de giro — e a forma como você o financia decide se o negócio respira ou sufoca.
A regra de ouro: giro caro come o lucro. Trocar cheque especial (juros altíssimos) por uma linha pública muda o jogo.
A principal para giro de MEI, ME e EPP: taxa ligada à Selic, prazos longos e garantia do fundo público. Costuma bater — e superar — a proposta do banco.
Fundo garantidor: entra como garantia no seu empréstimo e derruba o juro — ótimo para quem não tem bens a dar em garantia.
Para valores menores (SIM Digital, CrediAmigo): juros baixos e orientação. Bom para giro pontual.
No Norte, Nordeste e Centro-Oeste, os fundos constitucionais têm juros baixos para capital de giro da região.
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É o dinheiro que mantém a empresa funcionando no dia a dia — estoque, fornecedores, salários e contas — antes de receber das vendas.
As linhas públicas (Pronampe, microcrédito, fundos regionais) e as garantias públicas (FGI/PEAC) costumam ser bem mais baratas que cheque especial e cartão.
Comece pelas linhas públicas, mantenha o CNPJ regular e leve uma previsão de caixa. Empresa organizada consegue taxa menor.
Nem sempre. Fundos garantidores (FGI/PEAC) e o aval do Sebrae (FAMPE) funcionam como garantia.
Ferramenta educativa. Capital Certo é um guia independente — não somos banco, agente financeiro nem intermediário de crédito, e não cobramos para "liberar" crédito. Juros e regras são de referência (2026) e mudam com frequência; confirme sempre na fonte oficial.